Com destaque no comando técnico, “renascimento” do Figueirense é comemorado em Minas

Com destaque no comando técnico, “renascimento” do Figueirense é comemorado em Minas

Com destaque no comando técnico, “renascimento” do Figueirense é comemorado em Minas

LH Arantes

Luís Henrique Arantes, treinador, e Diego Cabral, assessor de imprensa do clube – Foto: Vita Del Rei

Renascimento das cinzas. É assim que podemos anunciar o retorno do Figueirense Esporte Clube, de São João del-Rei, ao futebol profissional após oito anos licenciado. A equipe foi, inclusive, uma sensação neste Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, terminando em quinto no hexagonal final.

Entre todos os atletas e membros da comissão técnica, um deles chamou atenção: o gaúcho Luís Henrique Arantes, natural de Porto Alegre (RS). Arantes desembarcou na Zona da Mata Mineira em meados do mês de março. Além de ser o treinador da equipe durante toda a competição, o gaúcho participou de todas as elaborações e desenvolvimentos de projetos e de parcerias.

A respeito de todo o trabalho inicial como gestor do clube, Luís falou com exclusividade ao Portal da Segundona Mineira:
Quando cheguei já sabia que teríamos muitas dificuldades, dentre elas a estrutura para trabalho, projetar o nome do clube e fazer com que as pessoas acreditassem no projeto. E encontrar uma forma de captar recursos rapidamente para podermos iniciar os trabalhos. Tínhamos que estruturar tudo para depois pensarmos na montagem da equipe e fazer a minha transição da gestão pata o campo.

De desconfiança a sensação, o Figueirense foi o time a ser batido na competição, tendo uma sequência de seis vitórias seguidas e tendo o vice-artilheiro, Felipe Capixaba, com nove gols marcados. O terceiro goleador da competição, Lucas Villela, também foi do Figueira, com oito tentos.

Com exclusividade, Luís Henrique Arantes balanceou como positiva o trabalho realizado por todos do Figueirense, desde os atletas até membros da comissão técnica e diretoria:

De uma forma geral acredito que foi tudo muito positivo. Pegamos um clube que não tinha na nossa chegada nenhuma bola e terminamos o ano deixando um vestiário novo para profissionais, muito material de treino e colocamos o clube em um patamar para realização de eventos de grande porte. E o clube ainda terminou a competição entre os cinco melhores da competição, colocou um recorde no futebol de Minas Gerais com seis vitorias seguidas e vencemos clubes de tradição como o Nacional de Uberaba, Formiga, Valeriodoce, Betinense e Democrata de Sete Lagoas, tivemos o vice artilheiro e o terceiro da competição, revelamos atletas como goleiros Jeferson e William, que marcou gol de falta, os zagueiros Renan e David, volantes Arílson, Reginaldo, Gustavo e Felipe Lima, os meias Kaká, Linhares, Diego Oliveira e Lucas Vilella e o atacante Felipe Capixaba. Acho importante falar em especial a dedicação do Fabio Mineiro (Gerente de Futebol), do supervisor Willer Silva, dos diretores Felipe Nery, Priscila e Ivanir, a dedicação e o esforço para que pudéssemos alcançar nosso objetivo foram incansáveis. Tivemos desde o primeiro jogo um grande número de torcedores, mas depois da mudança de estádio, ficou um grupo muito fiel, que até em jogos distantes nos acompanhavam e demos início a um nova safra de torcedores que serão fieis ao FEC. Acredito que de forma geral por todas as dificuldades encontradas foi muito positiva a participação do Figueirense no Estadual 2015.

A boa campanha do Figueirense na competição, em seu ano de retorno, foi comemorado nas redes sociais. Tradicional em Minas Gerais, a equipe não disputava uma competição profissional desde 2007. O retorno do Figueirense rendeu comemoração de moradores de toda a região da Zona da Mata, que saíram inclusive de suas cidades para acompanhar as partidas em São João del-Rei.

Luís Henrique Arantes esteve próximo de um acordo com o Novoperário para a disputa do Campeonato Sul-Mato-Grossense 2016. O acordo não foi feito pois a diretoria do clube o queria para ser diretor de futebol, mas a intenção de Luís é ser treinador.

INTERDIÇÃO DO PAULO CAMPOS
No dia 19 de agosto, um banho de água fria no Figueirense: o Estádio Paulo Campos, onde a equipe vinha treinando e mandando os seus jogos, foi interditado pela Federação Mineira de Futebol (FMF).

A medida foi tomada após uma denúncia da equipe do Betinense, que esteve no palco no dia 5 de agosto (Figueirense 1×2 Betinense) e denunciou o péssimo estado do gramado à entidade máxima do futebol mineiro, que fez uma ampla vistoria e decidiu a interdição. Com isso, o clube teve de mudar os seus mandos de campo para o Estádio Eli Araújo, o que representou diminuição do número de torcedores, devido a restrição para trezentos pagantes nos jogos.

SAM_1711Acesse: www.vettorsports.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *